Os procesos grupais no ativismo feminista

Levo xa 5 anos sendo parte da equipa editorial da Revirada, revista feminista, e colaborando na sección “fai-no-ti-mesma” coa coluna “Sou feminista, e agora o quê?” onde escribo, ao mesmo tempo que aprendo sobre o traballo en grupo e coletividades feministas.

Nos seguintes links podes acceder a algúns dos diferentes artigos da sección.

https://reviradafeminista.com/liderancas-poder-feminismo/

Lideranças, poder e feminismo

A liderança é um termo que associamos quase de imediato como a centralização do poder numa só pessoa, e com habilidades e atitudes alheias, em princípio, à educação destinada às mulheres. Para ser um bom líder, em masculino, precisa-se de capacidade de se impor ao resto, mostrar evidente autoestima e determinação, e saber priorizar a ação para atingir o objetivo sobre o processo e as emoções. Não é difícil, portanto, que se ligue com a opressão patriarcal e capitalista, da qual nós, mulheres feministas, queremos desesperadamente fugir.

Mas realmente a liderança é isso? Ou só isso?  Ler artigo completo AQUI

Redefinir os cuidados na resistência coletiva feminista. Conclusões

A preocupaçom que eu tinha era se a hiperfocagem no autocuidado dos últimos anos nom estaria a descuidar as companheiras que assumem o trabalho reprodutivo da organizaçom dos grupos, quer dizer, dos cuidados, reproduzindo desta maneira, mais umha vez, a ordem patriarcal e binarismo desigual entre cuidadoras e cuidadas. Felizmente outras, aquém e além-mar, tamém se procupárom com isso, ampliando tamém a outras questões, polo que pensei que um bom jeito de finalizar, sequer temporariamente este grande tema, era compartilhar nesta secçom umha conclusom-panorâmica dessas experiências e reflexões. Ler o artigo completo AQUI

Redefinir os cuidados na coletividade feminista (1ª parte)

A economia feminista e a ética dos cuidados som áreas de estudo e reflexom que nos têm servido para tomar consciência da desigual distribuiçom das tarefas necessárias para o funcionamento da sociedade, bem ilustrado polo já conhecido iceberg a representar o trabalho visível, produtivo e público realizado tradicionalmente por homens, e o invisível, reprodutivo e privado atribuído às mulheres.

Além do debate sobre a sua revalorizaçom no sistema, nos próprios grupos feministas têm recebido especial atençom levando-nos, nos últimos anos, a um trabalho de introspeçom em que identificamos a reproduçom do patriarcado nas nossas dinâmicas internas e públicas e procuramos entom um fazer diferente e feminista. Ler o artigo completo AQUI

Publicado por Mariola Mourelo facilitación

Facilitadora de grupos, educadora e feminista especialmente interesada nos proxectos colectivos e sociais.

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